sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Bumbum pequeno, murcho, e caído, Veja o significado psicológico pela Linguagem do Corpo!


Os músculos dos glúteos representam o poder de tomar as próprias decisões, de ter coragem e determinação para caminhar com as próprias pernas sem depender emocional e financeiramente de ninguém.

Nádegas murchas ou caídas simbolizam o medo inconsciente da solidão e de perder o controle. Pessoas nessas condições trazem para si as responsabilidades e problemas que seriam de seus familiares e assim, inconscientemente, realizam seus objetivos de mantê-los presentes e sob seu domínio ao mesmo tempo em que protegem a sua dependência emocional. Tendem a abrir mão de seus prazeres pessoais em prol de outros, mesmo que isso lhes cause aborrecimentos. Pessoas com nádegas murchas normalmente têm pouca capacidade de sentir prazer físico.

Muitas dessas pessoas moram sozinhas, possuem uma sólida situação financeira e são independentes profissionalmente. Entretanto, carregam em seu coração inseguranças emocionais, daí necessitarem participar a alguém da família ou a amigos suas dúvidas, decisões e medos. Não conseguem ir avante sozinhas e são sempre anuladas em seus verdadeiros desejos pessoais. Sentem uma tremenda necessidade de aconselhar-se com alguém em busca de orientação sobre como agir em determinadas circunstâncias. Glúteos ou nádegas caídas portanto mostram o quanto a pessoa está vivendo sob a influência de terceiros. 

Observe, a título de exemplo, a reação do cão agredido de surpresa: ou ele, assustado, mete o rabo entre as pernas e vai embora, ou ataca agressivamente quem o molestou. É exatamente assim que essas pessoas vivem: ora mostram-se anuladas, ora agressivas em defesa de seu território ou sua individualidade quando se vêem acuadas. São indivíduos aparentemente de personalidade forte, mas isso é apenas sua agressividade e insegurança por não saberem administrar seu poder com sabedoria. 

As nádegas estão diretamente ligadas aos dois primeiros chacras do nosso corpo, o centro basal ou muladara (sustentáculo da base), onde reside a energia da kundaline (a serpente enrolada ou fogo serpentino localizada na ponta do cóccix); e o chacra sacral, ou suadhisthana (sua própria morada, sede de si), centro que sustenta todo o sistema energético do corpo e está tradicionalmente ligado à região sacra. 

As atividades relacionadas ao chacra basal são as viscerais e instintivas, isto é, comer, dormir e tudo o que está ligado à segurança pessoal e à sobrevivência. Pela tradição chinesa esse centro está ligado ao mundo dos infernos. Pessoas com falta de energia no chacra basal não acreditam muito em si próprias, têm poucas sensações corporais, são influenciáveis e de personalidade pouco equilibrada. 

Já as pessoas que têm excesso de energia no muladara trabalham em demasia, são materialistas, invejosas, desejam ansiosamente algo, cobiçando-o fortemente. Seu ego busca satisfação a qualquer custo, fazendo com que essas pessoas cometam injustiças por se basearem em falsos conhecimentos. Quando essa energia é liberada, a pessoa busca seu equilíbrio interno e seu próprio espaço na vida.

Passa a sentir-se forte emocionalmente e não é mais dominada por alguém ou pela matéria. Deixa de ser prisioneira e passa a conhecer a alegria e o amor por todas as coisas.
Já o segundo centro fica na altura do osso sacro. Pela tradição chinesa é conhecido como mundo dos famintos. É um chacra ligado à luz, à vida, à procriação, à sexualidade, à sensualidade erótica e à busca do prazer. 

A energia desse centro domina a função genital, os líquidos do corpo, o sistema adiposo, as glândulas genitais e a absorção e eliminação. O excesso de energia no centro sacral cria a sexualidade exacerbada, o dom-juanismo, a ninfomania, o desejo em todos os níveis e sede de tudo.
Por outro lado, a falta de energia leva à abulia (falta de desejo ou de vontade), à anorexia (perda de apetite), aos edemas, à frigidez, à aversão e à impotência.

Quando essa energia é liberada e equilibrada, a pessoa torna-se hospitaleira, cordial, ama a vida, sabe dar e receber e passa a ser misericordiosa para com todos os seres. Veja que a tradição hindu comprova a linguagem do corpo, egípcia, chinesa e japonesa. O ponto de vista oriental é sempre harmonioso, tendo poucas abordagens diferentes entre si. Trata-se de um conhecimento milenar, que o Ocidente comprova e respeita através das terapias alternativas ou tradicionais. Os chacras, por exemplo, são comprovados através da máquina Kirlian, que fotografa a aura e pontos energéticos do ser vivo.


Cristina Cairo Linguagem do Corpo Vol 2...

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